Que negra é essa!
Que negra é essa
Que da minha terra brotou
Trazendo consigo uma sina
O valor próprio do ser, Essa negra revelar
Essa negra é justa
Essa negra fulô...
Dela já lhe falaram
Nem que seja numa ditada
Ou dando exemplo de trabalho
E dedicação ao sonho
Essa negra idear
Essa negra é elite
Essa negra fulô...
Tenho pena de mim...
Vou seguindo meu destino
Neste mundo, de tudo quanto sente
Pois pouco te importa
Essa negra conquista
Essa negra é capaz
Essa negra fulô...
Mas essas negras mais raras
Tu és a mais rara?
Verei-te partir a alma a soluto
Um dia hei de anunciar ao mundo
Essa negra liberdade
Essa negra é flor
Essa negra fulô...
de Diogo Loncellot
Disponivel em: <http://www.pucrs.br/mj/poema-negro-57> . Acesso em:24 out. 2010.
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